1 de janeiro de 2016

Despertar

O dia começa devagar.
Ele desperta como que dum sonho de outras vidas. Não se lembra do que sonhou, mas agora que os primeiros raios de Sol lhe beijam a pele, sente a necessidade de se agarrar à imaginação. E cada vez mais a lembrança do sonho vai-se desvanecendo, tal como a névoa nocturna se dissipa com o calor da manhã.
Eis um novo dia, igual a tantos outros, mas no qual se sente um novo começo.
Cheio de medo, mas também de vontade, daquela que faz o mundo mover, ergue os braços à vida e põe o seu coração a sorrir. Não tem certezas, tem apenas esperanças.
Decide-se...
Deixa então a comodidade do conformismo e embrenha-se no futuro incerto, transformado em presente concreto.
E neste dia, começa o aconchego da sua vida.

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